Xoán Vázquez
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Debemos distinguir entre pequena empresa e grande empresa, que non son o mesmo nin moito menos, aínda que os do PP traten de confundir para así facer o que lhe interesa á grande empresa, en contra dos intereses da maioría. Ventaxas para a pequena empresa, axudas necesarias, si; para a grande empresa, non. Os grandes son os que deberían pagar a crise, sen recortes sociais. Recortes para as grandes ganancias dos que as tenhen, exclusivamente, non confundamos. Mais, claro, xa sabemos en que consisten as políticas neoliberais con ou sen crise, pero especialmente con crise. ¿Cando aprenderemos? ¿Cando imos votar segundo os intereses da maioría e non diso que chaman "os mercados"? ¿Como se lhe pode dar maioría absoluta a un partido que é o representante dos intereses da banca e grande empresa, ademais de ser responsable de apoio a atrocidades xustificadas con mentiras, como a guerra de Irak?
Considérome progresista e galeguista, pero como propietaria dunha pequena empresa gustaríame ver algo de comprensión. A pequena empresa é un intento de crear un posto de traballo. Temos que investir todo canto temos, o que nos poden dar os pais e aínda hipotecar a ata a propia casa. Se por un irresponsable perdemos todo, toda a familia que mal. É moito pedir que a normativa legal nos protexa? Algo de comprensión.
Voltou o esborralhe que lhe pedia a Núñez Feijoo o extermínio daqueles que utilizamos a grafia galega ( http://xoangvazquez.blogspot.com/20....) Além disso, vemos que noutras facetas do seu pensamento a profundidade alcança às mesmas latitudes filofeijoanas. Penoso, lemantável, infame.
Se é certo, a culpa é nosa, que imos moito ao médico, e só por vicio. Todo o mundo sabe que os ambulatorios e os hospitais están cheos de enfermos imaxinarios, no fondo estamos todos sanísimos. A especulación bancaria nin existe, por suposto. A culpa era da UPG, non?
Este hombre tiene más razón que un santo. Está muy mal el servicio. Mira, yo por ejemplo, contraté unos peones. No les falta de nada: pan, agua, un techo, unas pajas limpias para dormir... Viven como reyes. Pero, no os lo vais a creer, primero se me escapaban todos y tuve que ponerles unas cadenas. Pero ni así. Son una panda de vagos. Fotógrafo que pasa, y los cabritos ya se ponen a mirar a la cámara en vez de trabajar. Como si fueran vacas. Tengo pruebas de lo que digo: http://wikihistoria.wikispaces.com/... Vividores! Usurpadores! Miseria!
Por Ágatha Ruiz de la Prada: Con Septimius Severus se vivia mejor!!!
Por Ágatha Ruiz de la Prada: Ya lo dijo Jin Liqun, los europeos son vagos e indolentes y la culpa la tienen las mamás Estado que los visten... como los visten : http://www.aljazeera.com/programmes... Si por mí fuera los enviaría a todos a China para ser reeducados. Ya verías como así se les quitaba tanto vicio que tienen.
Por Bruar: Ágatha, grazas pola brincadeira. Do mellor que leín hoxe. A verdade é que o artigo parece o dun esquimal que escribe sobre os males endémicos nos trópicos. Pero, en fin, de todo hai nesta granxa!
Por Ágatha Ruiz de la Prada: http://www.youtube.com/watch?v=ivo8... Y para suavizar la cosa: http://www.youtube.com/watch?v=bt2I...
0) O nível intelectual do autor do artigo só pode rivalizar com o seu nível moral. Já o título mostra que estamos perante um epígono dos epígonos de Malthus, profeta da santa indignação. 1) O artigo consiste na justaposição de dous relatos, um imaginário e outro (pretensamente) real, sobre dous exemplos ou parábolas do abuso do operário, que esclarecem as reflexões que os acompanham. O caso real aduz-se (impostoramente) como confirmação posterior do conto inventado. 2) É habitual, mas não por isso menos falacioso, recorrer ao “caso particular” para ilustrar uma proposta geral. Técnica de vendas e propaganda, desde o ponto de vista lógico é o paradigma da falácia chamada generalização apressada. Uma tanga de respeitabilidade para o preconceito puro e simples. 3.1.) O relato é um centão de estereótipos que delatam meridianamente sua inspiração ideológica. Uma análise superficial do texto mostra sua falta de credibilidade.
Por Akribéstaton: (a) DO SOFRIMENTO AO TRIUNFO. A primeira parte do relato trata a história do empresário (modesto) feito a si mesmo: após muito sacrifício e maltrato poupou para abrir um pequeno negócio que mantém com a colaboração abnegada de toda a sua família. Mas “acougándose nas súas conviccións, nunca se deixou levar polo resentimento. Manuel sempre o tivo ben claro, a canto máis desprezo sufrido ás mans dos déspotas máis se ennobrecería, máis determinación e máis compromiso coa vida ética e moral.” É claro que a repetição da MESMA PALAVRA (pois “ética” e “moral” nesse contexto têm EXATISSIMAMENTE O MESMO significado) só tem uma função enfática em harmonia com todas as outras hipérboles. Que repita a repetição sem qualquer pudor lembra a aquele que lhe cai a comida da boca por mastigar e falar, da fome no mundo, ao mesmo tempo.
Por Akribéstaton: (b) DO TRIUNFO AO ABUSO. A segunda parte conta a história do operário que se aproveita do seu benfeitor: trava, que se diz, a mão que lhe dá de comer: após a atenção e oportunidade que lhe oferece seu empregador, uma vez conseguido o contrato fixo, muda rapidamente, ao “sucumbir á cultura do vividor na que foi adoutrinado, e guiado polos instintos de rata de peirao” se torna num “parasito”: em concreto, aproveita-se das licenças (bajas laborais) ... (c) Recapitulemos as maniqueístas contraposições: Emprendedor /operário; muito anos/aginha, poucos meses; Sacrifício e maus tratos/atenção e oportunidade; trabalho abnegado/contrato temporal; negócio/contrato fixo; convicções/ideologia; família/egoísmo; ética/abuso...
Por Akribéstaton: 3.2.) Concluído o relato mais tendencioso que li na minha vida o seu autor quer amarrar a sua mensagem com umas reflexões: na primeira dá a entender –por sermos generosos- que muitas das empresas que encerram o fazem pelos abusos dos parasitos. (Ainda que faz referência a um “inferno” do que, em qualquer caso, restam dous anos por caminhar... O que é esse “inferno” não é esclarecido) No seguinte parágrafo responde-se: há que eliminar esse cancro social (é sabido que o crescimento capitalista tem sido plausivelmente comparado a um cancro ou tumor). E diz que essa é a causa do paro!!! Leiam: o 25% de paro é inevitável enquanto haja parasitos!!! (Se calhar quer dizer que sem eles a percentagem desceria a 24,5%)
Por Akribéstaton: O que dizer de tudo isto: que não é crível. O autor divide aos homens em duas espécies, a dos que têm convicções naturais que, por muito que batera neles a vida, jamais maltratariam (tudo o contrário: fazem-lhes o bem) aos operários, e os ideologizados (onde? Na escola pública, claro!) na cultura do parasitismo. Estes, sendo tratados muito bem, devolvem mal por esse bem. São ingratos. Uns superam o mal com o bem; outros devolvem mal por bem. Isto não é psicologicamente realista. E mesmo a realidade parece-se mais ao contrário: na Galiza o abuso empresarial é quase universal.
Por Akribéstaton: 4.1) Esse relato tremebundamente tendencioso vê-se providencialmente corroborado pelo achado casual mas inevitável dum (pretenso) caso real. Certamente, não é realista essa ordem: o mais provável é que primeiro lesse a nova e aproveitasse para deixar à solta sua biliologia. Em vez de recorrer a dados tem de servir-se dum caso particular descontextualizado. Mas se lemos no ABC (fonte da notícia: agora, após mais de sete anos...) informamo-nos de que a senhora tem 57 anos e 34 de antiguidade na empresa, o que quer dizer que levava trabalhando 26 anos antes de começar esta jeira de licenças (bajas). Além disso, as doenças não aparentam simuladas. Não parece, pois, tratar-se dum caso de abuso.
Por Akribéstaton: 4.2) Então a questão se limita a decidir quem deve correr com os gastos que ocasionam as baixas dos trabalhadores em ativo: a empresa ou a sociedade? Ou por ventura quer, como às vezes parece querer insinuar, que a sociedade se desentenda dos enfermos e deficientes (discapacitados)? O autor do artigo quer associar aos enfermos e licenças (bajas) com o absentismo laboral dos parasitos imorais.
Por ex-lusista: Abraiante, Pedrito, abraiante. Mais uma tua longa exegese em excelente portunhol da galizia que ninguém há incomodar-se em ler. Que doado é fazer de apóstolo da razão quando se vive do conto (esse que se chama “ensino secundario“) pago polos contribuintes (mesmo os mais “caretas“ que tanto fustigas) e com inúmeros dias de férias em que “cultivar a razão“, não for que para satisfazer o ego dum resentido muito auto-conceituado.
Por ex-lusista: Continua “sem pudor“ como “aquele que lhe cai a comida da boca por mastigar e falar, da fome no mundo, ao mesmo tempo“. O teu grande talento para escarvar com teima nas excreções de refugo e classificá-las em categorias não tem par.
Por Akribéstaton: Consumatum est. Não pode haver perfeito banquete sem o "palanganero". Aquele que porta a bacia para a babalhada da sua tinha.
Por ex-lusista: Desta vez a tua eloquência tem-me desapontado, Pedrito. Começas com o latim, mas a tua retórica habitual desta vez foi demasiado breve. Sei-que já te vas decatando de que a brevedade é a única maneira de fazer a tua “mensagem“ comprensível. E neste caso não é preciso termos um outro exegeta da excreção, contigo próprio chega e até sobra: tanto tem em portunhol quanto no teu castelám, o insulto é a tua essência, o teu ponto de partida e de chegada.
Por Akribéstaton: Como as crianças que acreditam que ninguém as vê por fecharem os olhos. Já fostes suficientemente leccionado. Nem uma palavra das tuas é propriamente original -nem digamos verdadeira. Aqui o único banido foste tu. E omito a relação de tuas parvoíces porque se calhar o mundo não é eterno. Gasconcette anónima, for ever.
Por ex-lusista: Pedrito, eu nuca te chamaria "Peiron", "Peirot", “Peironet“, ou qualquer cousa semelhante. Por que tu teimas em chamar-me “gasconcete“? Só um castelám, um que vive e pensa em castelám, poderia dizê-lo. De resto, repara nisto: ninguém se interessa do que me escreves. Eu próprio, apenas te leio muito por riva, como quem escanea. Mas tu continuas com a convição de que me estás a dar uma lição. E eu acho que é mais ao contrário. Continua coa tua ilusão pateta. No teu mundo virtual tudo é possível, justo ao contrário do que che acontece fora dele ...
Por ex-lusista: E mais uma cousinha, já antes liscache deste foro, botando as culpas aos trolls. Veremos quanto duras desta volta. E ja agora, a anônima mais grande, e covarde, és ti, que andas muito aleuto para nom assinar co teu nome, seu castelám.
Por Akribéstaton: Deverias saber o que é um nome parlante. É o que corresponde ao teu covarde vodu com o meu nome, Gasconcette hispânica. E Xose Luís e tantos outros. Que alarde de imaginação e bonomia! Quem lembra a quem? Quem está obsessionado, Gasconcette? Por isso manterás o anonimato FOR EVER.
Por Akribéstaton: Não gosto do teu cheiro, isso é certo. E depois aproveitei que o GC anunciava sua vontade de fazer frente aos troleiros como tu e quis comprovar se era verdade: assinalei duas cordaladas de teu e parece que foram do mesmo parecer...
Por ex-lusista: Pedrito, desculpa mas não entendo o que falas aí. Agora também sou eu “Xose Luis“?! Ele-será o mesmo senhor Valinha? O que tem escrito na AGALIA sobre a ortofonia do galego, o amigo pessoal e colaborador do Isaac Estraviz? O que tem o blogue do português da Galiza? Pobrinho paranoico Pedrito! Eu sou o sionista, o Quissonde, o Observador, e nem se sabe quantos mais! Sei-que até o Marcelo! E manter o anonimato for ever, eu? Que tenho assinado com o meu nome quando é mester e me peta?
Por ex-lusista: E quem che vai escoitar, Pedrito alma benta, a ti, sobre os trolls do GC? Que direito tens ti para denunciar nenhum troll, seu lusista, quando não há um simples comentário teu que não contenha velados e abertos insultos à direita e à esquerda?
Por ex-lusista: Pobrinho tolo, Pedrito, venha hom, vai para a cama, que a mamai já che preparou o cola cao
Por Akribéstaton: Aqui vem o de "lesma": a linguagem deixa rasto (além de conformar figura). A tua linguagem delata-te. Isto, naturalmente, pode-se provar. Pelos vistos conheces muito bem a "nomenklatura lusista". Onde está que se possam ver teu nome e apelidos?? Não: anónimo FOR EVER, FOR EVER caladinho.
Por Akribéstaton: Tu foste o banido, e com razão. E não só aqui. Anónimo, for ever. For ever caladinho.
Por ex-lusista: Pedrito, se eu for anónimo como tu dis, por que passas tanto tempo a “falar“ comigo? Até aí chegas a proclamar a tua parvoice? E banido, eu? Onde, meu, onde, desde que eu posso escrever e venho escrevendo em qualquer foro internêtico, tirado o do PGL (e merito teu, reconheco)? E lõ és ti a polícia lusista, ou?
Por Akribéstaton: 1) Bom, bem gostarias de proclamar tua pessoa e, de passagem, nos amenizar com histórias chorimiqueiras como aquelas do foro do PGL que logo apagaste, mas agora é tarde de mais: a luz aniquilaria-te. 2) Acho que o nome de actor de tele-série não é informação válida. 3) Aqui são quase todos anónimos permanentes -dos que jamais diriam quem são- o que também se vê no nível e caráter dos mais dos comentários.
Por Akribéstaton: 4) Este é um lugar público: falo para quem tenha a ver deter-se e olhar. É obriga de todo cidadão preservar a decência dos lugares públicos. Que tu sejas um m., não quer dizer que todos o sejamos ou sejam. 5) Não pedias tu responsabilidade aos lusistas? Pois o anonimato é a contrafigura da responsabilidade (accountability) 6) Solicitei -como expliquei- que se apagassem umas mensagens tuas -por ex., nos comentários a um artigo de M. Penas em dezembro- e assim foi feito. 7) Nunca solicitei que fosses banido no PGL, ainda que penso que todo jornalista responsável deveria fazê-lo se quer que seu meio -que é o de todos- seja digno e fiável. 8) Precisamente condutas como as tuas são nas que se baseiam os que pedem polícia (não veis como não sabem viver sozinhos?). Eu quero luz -e não cho digo a ti, mas a todos: luz ou escravidão, essa é a escolha.
Por ex-lusista: Pedrito, tu não falas para ninguém hom, porque nem se che entende co teu baralhete portunhol, nem se che quer entender, quando o único que fas aqui é proclamar a tua muito narcissista perícia dialética, exprimida no teu patético portunhol de briones. E o que tem ainda mais retranca é o pedires a gente, do alto do teu púlpito de pureza, para gente ser banida, quando o insulto, direto ou indireto, é o teu ponto de partida e de chegada. Não há nem um comentário teu que não contenha insultos, diretos ou indiretos. Pedrito, a única luz que tu queres é a que sai do ecrã do teu ordenador, quando les o que escreves. É mais uma forma de onanismo. Fora daí, a miséria que projetas nos outros é também muito a tua.
Por Akribéstaton: Gasconcette, covardona, não tens mais que léria sem sentido. E isto é o que escrevera sobre ti no teu patético fio "Eu som...", lembras? "Este X. Andre é o que ele diz dos "lusistas" elevado à raiz quadrada de menos 1." Isto, mais a profética paródia do relato de Biblis, epitomizam teu ex-ser.
Por ex-lusista: Pedrito, o C esse com que me nomeias não faz sentido nenhum, tirado para proclamar baixinho o que negas em alto: a tua espanholice. A qual explica a tua arnagem tão amarga e a tua falta de retranca ou sentido do humor. Tu de galego tens bem pouco, e de facto a tua galeguidade (a pouca que tens) não é mais do que uma válvula de escape contra a miséria da vida (incluida a tua própria). Por isso nunca sairás do teu estado natural: batedor portunhol enrabeado de teclado. És um ressentido, Pedrito, e a razão ou a lusofonia não têm nada a ver com o ressentimento. YOU ARE OUT
Por Akribéstaton: Gasconcette, tens pouca memória. Mas podes acrescentar: Gascon-cette. Mas o original (sem um tê) é um anagrama do nome parlante de tua essência (e nunca melhor dizendo). Além disso, aqui todo deus -e tu o que mais- utiliza castelhanismos: aquele pôr uma bomba "nos ghuevos" a um tal Kike, aquelas correcções que che fizera (numa deposição em que utilizavas a palavra adefésio e outras), etc.
Por ex-lusista: Pedrito, não te entales mais hom, que até dás pena. O do gasconcette é uma espanholice das tuas, e não vinha a calhar. Se eu for “cette“ seria também “gasconne“ e não “gascon“, para não falar da espanholice dessa tua colocão bizarra no teu pobre francês. E repara até onde chegas guiado da tua procura da luz, lembrando comentários pelerinos de nem se sabe quando. E para já, o de adefésio fica-che muito bem, porque sendo castelám, como és, é mais um dos epítetos que te definem. Vai para acama hom, que manhã tens de trabalhar (daquela maneira): YOU ARE OUT
Por Akribéstaton: Sabes que Gasconcete é anagrama do nome-parlante que define tua essência. Pois Gascon é nome muito plástico, como te demonstrei para que percebesses que o teu vodu com o nome é simplório de mais. E não vou dizer que dá pena porque sei que estás muito orgulhoso e eu não sou cruel com os cativos. E além disso tenho má consciência, pois embora foras daquela maneira depois de te atopar comigo ficaste ido total, e agora tenho que aturar a penitência. E faço com gosto: me parece que outros aprenderam no teu cu.
Por ex-lusista: Pedrito, tu tens um magim verdadeiramente maravilhoso. Tu és o grande procurador da verdade, da luz, e o grande filósofo, etc, que anda na sua alta missão internética a banir a miséria da face da terra. Pobrinho, hom, ainda não comprendiche que se a miséria não estiver permitida tu nem existirias? Sem ela, a tua vida é vazia. Deverias agradecer que há aqui alguéma fazer-che um pouquinho de caso hom!
Este Tucho parecía tan bó rapaz, e mira como acabou. No New Jersey non se permiten estas cousas ós camareiros http://www.youtube.com/watch?v=MiHq...
Nado en 1957, na aldea do Zapatal, parroquia de Santa Mariña de Xuño, concello do Porto Do Son. Con 17 anos emigra aos EE.UU. Estuda informática na Kean University. Actualmente exerce de informático en New Jersey. O seu blog: http://xoangvazquez.blogspot.com/
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